Proteção dos direitos dos passageiros no transporte aéreo
Os eurodeputados aprovaram a sua posição sobre a revisão das regras relativas aos direitos dos passageiros no transporte aéreo, em vigor desde 2004. Opuseram-se assim às propostas dos Estados-Membros, que pretendiam adiar o direito à indemnização para quatro ou seis horas de atraso. Segundo o Parlamento, isso significaria um enfraquecimento significativo da proteção dos passageiros.
Não só o limite de três horas para a compensação deve ser mantido, mas também o seu montante atual, que depende da duração do voo. O Parlamento insiste também em que as companhias aéreas tenham uma lista claramente definida de circunstâncias extraordinárias em que não são responsáveis pelos atrasos e que essa lista seja atualizada regularmente.
A própria aplicação dos direitos deve ser significativamente simplificada. As companhias aéreas teriam de enviar automaticamente aos passageiros formulários pré-preenchidos para pedidos de indemnização, não só em caso de cancelamento de voos, mas também em caso de atrasos prolongados. O objetivo é que as pessoas não tenham de recorrer a intermediários e de defender os seus direitos de forma complicada.
O Parlamento também defende a bagagem de mão gratuita. Os passageiros teriam direito a um objeto pessoal e uma pequena bagagem de mão sem custo adicional. Proteção especial também se aplicaria a famílias com crianças e pessoas com mobilidade reduzida – os acompanhantes poderiam sentar-se com eles sem custos adicionais.
A posição do Parlamento Europeu será agora enviada ao Conselho da UE. Se os Estados-Membros não chegarem a acordo com os deputados, terão de continuar a negociar a forma final das regras.
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