Rejeição da pressão comercial sobre a UE

21. 01. 2026 - O Parlamento Europeu condenou as ameaças comerciais unilaterais e a pressão económica sobre a Dinamarca e outros Estados-Membros. Segundo os deputados, trata-se de uma forma de pressão que contraria o direito internacional e os princípios de cooperação entre aliados.
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O Parlamento Europeu aprovou uma resolução que adverte contra o uso de ameaças comerciais e intimidação económica como instrumento político contra os Estados-Membros da UE. Segundo os eurodeputados, tal comportamento é incompatível com o direito internacional e com os valores fundamentais da cooperação transatlântica. Eles enfatizam especialmente que a Gronelândia não deve ser usada para dividir a União Europeia.

O Parlamento insta a UE a reagir de forma unida, firme e coletiva a medidas semelhantes. Ao mesmo tempo, alerta que a abordagem transacional dos Estados Unidos em relação à política externa, associada ao enfraquecimento do multilateralismo e a uma menor ênfase na segurança europeia, revela vulnerabilidades das quais a União deve aprender.

Num contexto mais alargado, os deputados alertam para o «arco de instabilidade» que se estende da Ucrânia ao Cáucaso e ao Médio Oriente, passando pelo Sahel e pelo Ártico. Segundo eles, a União Europeia não se pode dar ao luxo de se fechar em si mesma e deve continuar a ser um ator global ativo. Embora apoiem uma solução diplomática para a guerra na Ucrânia, rejeitam qualquer acordo que recompense a agressão russa ou seja imposto à Ucrânia pela força.

O Parlamento salienta igualmente que o alargamento da UE e o reforço das relações com os países vizinhos e parceiros não são apenas uma questão política, mas um investimento estratégico na segurança e estabilidade da Europa. Segundo os deputados, a União deve reforçar a sua parceria global, a sua capacidade de dissuadir ameaças e utilizar eficazmente os seus instrumentos de política externa.

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